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Agosto Dourado e a Semana Mundial do Aleitamento Materno 2020:

O mês de agosto tornou-se simbólico na promoção do aleitamento materno, no Brasil e no mundo. Em 2020, a pandemia de Covid-19 muda o formato, mas não o foco.



Incentivadoras do aleitamento materno Vanessa Silva fonoaudióloga, Simone Silva cirurgiã dentista, Bianca Amorim enfermeira e Fabiana Malezan secretária da saúde de Itaguajé.


 


O tema deste ano aborda a amamentação como um ato ecológico. Cada vez que uma mãe oferece a seu filho leite artificial industrializado, ela não imagina o quanto está prejudicando não só a saúde de seu bebê como também a de nosso planeta.



A produção de leites artificiais impõe a pecuária de extensão e o consequente desmatamento de nossas florestas; sem falar no desnecessário gasto energético e de recursos, na enorme produção de lixo e liberação de toxinas, gases poluentes durante a fabricação de bicos, mamadeiras e chupeta, produtos na maioria das vezes não recicláveis.



Por outro lado, quando se mantém a amamentação exclusiva até os 06 meses de vida ela beneficia o lactente, ela mesma e o meio ambiente, pois o leite materno é um valioso recurso natural renovável. Um patrimônio no qual deve ser respaldado por profissionais de saúde capacitados e por políticas públicas que garantem que a mulher e seu bebê tenham esse direito: amamentação exclusiva nos primeiros 06 meses de vida e a amamentação por 2 anos ou mais após a introdução alimentar.



A amamentação é rica em benefícios e nutrientes, porém não é nada fácil. É vencer a cada dia, a cada mamada, a cada palpite errado, a cada lesão nos mamilos e a cada noite sem dormir. Procure um profissional habilitado para ajudá-la, orientá-la, tornando a amamentação possível.



Não importa se você amamentou 1 dia, 1 mês, 1 ano. Cada mamada é uma vitória, uma grande conquista.Vanessa Silva, fonoaudióloga.


biana Malezan secretária da saúde de Itaguajé.


 


Relato de amamentação:


Meu nome é Milena Ferreira Guimarães, tenho 33 anos, sou assistente social e moro em Inajá. Minha experiência com amamentação teve um começo bem difícil, entretanto desistir não estava nos meus planos. Sempre imaginei que amamentar fosse fácil, porém na prática descobri que não é tão simples assim.



A primeira vez que fui amamentar minha filha na maternidade precisei da ajuda das enfermeiras e da fonoaudióloga, que com toda atenção me orientaram em como fazer a pega correta e assim poder alimentar minha bebê. Nas mamadas seguintes ainda tinha dificuldade em lembrar de todas as manobras, às vezes acertava, às vezes não. Quando tive alta me bateu aquela insegurança, afinal sou mãe de primeira viagem e tinha muito medo em não conseguir amamentar.
Como era de se esperar passava horas tentando e não obtinha sucesso. Os primeiros dias foram cansativos, ainda assim continuei insistindo, mesmo com as dificuldades não pensei em desistir. Para minha sorte tive em minha rede de apoio (o qual é fundamental nessas horas) a ajuda da minha prima Vanessa que é fonoaudióloga muito experiente na área de amamentação durante o primeiro mês. Nos primeiros 15 dias tive fissura no mamilo, dor ao amamentar, febre, indisposição, até chorei, precisei ir duas vezes para Maringá fazer um procedimento de Led (indicado para cicatrizar fissura nos mamilos). Fizemos massagem e ordenha manual para oferecer apenas o leite materno e não precisar do leite artificial.



Graças a Deus e a minha persistência pude amamentar exclusivamente durante 06 meses com leite materno, amamentando apenas um seio, o seio esquerdo. Em 2015 tive câncer de mama no seio direito, passei por tratamento de quimioterapia e radioterapia no Hospital do Amor de Barretos e ainda assim pude amamentar. Hoje digo com toda certeza que o aleitamento materno é o melhor alimento rico em nutrientes que podemos oferecer à um bebê. Lorena acaba de completar 10 meses de vida, sigo amamentando e pretendo amamentar até quando ela decidir. Afinal isso só faz o nosso vínculo afetivo aumentar.



Fonte: Jornal o Regional
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